A Orquestra Sinfônica Brasileira apresenta “Era uma vez… Uma noite francesa” com estelares como convidados

//A Orquestra Sinfônica Brasileira apresenta “Era uma vez… Uma noite francesa” com estelares como convidados

A Orquestra Sinfônica Brasileira apresenta “Era uma vez… Uma noite francesa” com estelares como convidados


“Era uma vez… Uma noite francesa” é o espetáculo que a Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no próximo dia 12 de outubro, às 20h. Sob a batuta do maestro Neil Thomson, a orquestra dividirá o palco com dois dos principais pianistas brasileiros da atualidade: Cristian Budu e Leonardo Hilsdorf. No programa, obras de ícones da música francesa, Camille Saint-Saëns, Arthur Honegger, Francis Poulenc, Claude Debussy e Maurice Ravel. A OSB conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem a NTS como mantenedora, Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora. A realização do concerto conta com o apoio da Servier.

Leonardo Hilsdorf ©Julio Acevedo

O repertório da noite terá início com “Dança Macabra”, uma das obras mais destacadas de Camille Saint-Saëns, considerada um misto de imaginação fantástica e rigor clássico. Composto em 1874, o poema sinfônico é inspirado no texto de Henri Cazalis, que fala sobre esqueletos levantando de seus túmulos para dançar ao som de um violino tocado pela morte. O clima macabro será substituído por cantos de pássaros e canções folclóricas na segunda peça do programa: “Pastoral de Verão”, do compositor franco-suíço Arthur Honegger.

© Kate L Photography | www.kateLphotography.com

 O “Concerto para dois Pianos e Orquestra”, de Francis Poulenc, dá continuidade ao espetáculo, levando ao palco dois grandes nomes do instrumento: Cristian Budu e Leonardo Hilsdorf. Juntos, eles interpretarão os três movimentos da peça que, segundo o próprio Poulenc, tem influências de Mozart, Liszt, Ravel e Markevitch. Depois do intervalo, a Orquestra Sinfônica Brasileira volta à cena com a “Pequena Suíte”, de Claude Debussy e “Minha Mãe Gansa”, de Maurice Ravel.

Neil Thomson – Crédito-Rafaella Pessoa

 

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