A soprano a Hilba Gerzmava fecha a temporada da série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro” no Theatro Municipal

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A soprano a Hilba Gerzmava fecha a temporada da série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro” no Theatro Municipal


A cidade do Rio de Janeiro tem realmente muitos fãs. Principalmente estrangeiros que se apaixonam pela cidade como é o caso do austríaco Stefan Gangberger , um empresário cultural amante da boa musica . Stefan idealizou o programa Grandes Vozes, em parceria com o diretor de elenco da Ópera Nacional de Paris, Ilias Tzempetonidis, e abraçado pelo diretor artístico André Heller-Lopes e pelo presidente Aldo Mussi, ambos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o encerramento das apresentações desse ano ao soprano  russa Hibla Gerzmava, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, no dia 15 de novembro, às 17h. A cantora se apresenta pela primeira vez no Brasil e será regida pelo maestro Ira Levin.

Com o patrocínio de ouro Petrobrás, a cantora apresentará áreas de ópera dos compositores italianos Verdi, Bellini, Donizetti e Cilea. Hilba Gerzmava é, desde 1995, solista da Academia de Música e Teatro de Moscou Stanilavski e Nemirovich-Danchenko. Ela cantou na Royal Opera House, em Londres, na Ópera Nacional de Paris, na Ópera de Viena, Ópera de Roma, no Carnegie Hall, em Nova York, no Teatro alla Scala, em Milão, e no Tokyo Bunka Kaikan, no Japão.

Em 2008, na sua estreia no Convent Garden, como Tatyana em “Eugene Onegin”, sua voz foi descrita pela crítica como “cheia de colorido e com uma reserva de força que possibilita que Hibla conduza os fortíssimos como um surfista numa onda”.

 A onda ela vai receber aqui no um mar de aplausos. Hilba já possui vários fãs que prometem encher o Theatro Municipal de amor. 

 Hoje foi lançando o projeto sócio cultural “Grandes Vozes do Rio“.  “Nosso objetivo principal é não só despertar o interesse pela ópera no Rio de Janeiro, como também motivar sonhos e novas possibilidades para jovens artistas brasileiros” – afirma Ilias Tzempetonidis, Diretor de Casting da Ópera Nacional de Paris. Reconhecido por descobrir talentos e lançar internacionalmente novos cantores de ópera, Tzempetonidis é um grego apaixonado pelo Rio de Janeiro. Junto ao empresário austríaco Stefan Ganglberger, trouxe ao Theatro Municipal a ideia desta série única e exclusiva de concertos no Brasil.

O projeto Grandes Vozes, desde julho de 2019 até hoje já impactou e investiu em mais de 1000 crianças e adolescentes que vivem em comunidades carentes do Rio de Janeiro.

O objetivo é alcançar 11 mil crianças e adolescentes de escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro. Com foco em investir na formação cultural e na democratização de acesso à cultura, o projeto Grandes Vozes conta com uma plataforma de formação sociocultural sustentada por três pilares: primeiro, uma apresentação especial e gratuita e aberta ao público onde os artistas visitam escolas municipais cariocas para ensaiar uma apresentação em formato de coral com 50 crianças estudantes de música. Em seguida, eles se apresentam em um dos cartões portais da cidade, como Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Catedral Metropolitana, Parque Lage entre outros; segundo, masterclasses gratuitas para jovens cantores brasileiros; e, finalmente, convite a 500 crianças e estudantes de música para irem ao Theatro Municipal assistir ao concerto, com transporte, gratuitamente, para que possam ter contato com os mais importantes cantores de ópera do nosso tempo.

André Heller-Lopes, diretor artístico do Theatro Municipal, comenta: “O projeto Grandes Vozes é algo totalmente inédito no país e ficamos muito felizes em poder recebê-lo como parte da temporada oficial – ainda mais que a estreia aconteceu em julho, mês em que celebramos os 110 anos do Theatro Municipal. Destaco a importância de ser um projeto idealizado para acontecer ao longo de vários anos, o que é um marco na ópera no Brasil. Temos muito a agradecer ao Tzempetonidis, Diretor de Casting da Ópera Nacional de Paris, a sua generosa ajuda em tornar tudo isso possível”.

 Pessoas comprometidas com a arte é o que falta para que force mudanças radicais na politica estadual de cultura. 

Fotos Divulgação

Hibla Gerzmava

 

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