André Ramos faz 44 anos cheio de felicidades e algumas considerações

//André Ramos faz 44 anos cheio de felicidades e algumas considerações

André Ramos faz 44 anos cheio de felicidades e algumas considerações


Era para ter sido diferente, mas no final as coisas são como devem ser.  Há algum tempo ou décadas, não me recordo bem, sou péssimo para datas. Li uma nota em algum lugar que o jovem André Ramos ia assistir a premiação do Oscar, em Los Angeles. Fiquei curioso.  Amo cinema e na época Oscar era uma noite que eu adoraria comparecer. Esse cara deve ser interessante, eu pensei.

Passou um tempo e comecei a ver que ele e outro rapaz Bruno Chateaubriand engataram em um romance público, aberto e muito divulgado nas mídias nacionais principalmente na coluna social de Hildegard Angel. “Los Muchachos”, um meteoro. Festas, badalos, champagne, black-ties, Caras e réveillons.  Um casal muito mediático e com forte apelo popular. Por posições políticas sociais eu nunca fiz campanha pró casamento gay, embora ache eu um papel vale muito e que poupa diversas confusões. Achei melhor entrar na onde que sejam felizes para sempre. Eles lá e eu aqui com minha solteirice. Nada contra.

 Comecei a trabalhar com Hildegard Angel e o bololô já estava formado. Personas non gratas, adversidades e eu não podia mais trocar com os “Los Muchachos”. Uma noite, o fotógrafo Sebastião Marinho que era fotógrafo exclusivo da coluna da Hilde, do alto da sua cara de pau em um evento disse, -Zé Ronaldo você conhece André Ramos e Bruno Chateubriand e eu pego de surpresa disse, – não, como vai! Pronto. Mal estar oficializado. Passaram anos e depois que eu fiquei trabalhando sozinho fiquei com esse estigma de não gostar do casal.  Tudo bem.  Só que alguns amigos próximos e outros nem tanto sempre falavam. –Você não conhece o André Ramos, ele é educadíssimo, muito gentil, um amor. Aquilo ecoava na minha cabecinha.

Uma noite a uns dois anos estávamos em um jantar e sentamos na mesma mesa ele já separado com um novo affair, e trocamos algumas palavras. Eu dei a entender que gostaria de uma aproximação. Ele educadamente declinou. Eu entendi perfeitamente não sou uma pessoa invasiva, mas às vezes sei ser perturbador. Outra noite na casa de Paulinho Müller, conversamos no meio de um grupo por mais de quinze minutos, eu pensei acho que falei demais, política, sexo, religião, futebol, bridge tudo daquele meu jeito rápido feito uma navalha, quando estou inspirado.

Já em outra festa a um mês, i guess, nós conversamos sozinhos e foi reconfortante, um bálsamo.  Papo franco, reto e conciliador. –quero te chamar para ir lá na minha, ele disse. Fiquei surpreso quando recebi uma mensagem dele me convidando para seu aniversário ontem (19/04).  Aceitei, claro.

Fui recebido pelo seu funcionário Luiz e confesso que gostei de tudo. Um clima acolhedor sem pretensão, repleto de amigos e amigas queridos. Alto astral.  Encontrei alguns amigos e fiquei com vontade de conhecer outros.  Simpatia, bom serviço e uma lua cheia em cima dos convidados. O namorado Gabriel Monteiro de Castro também educadíssimo ajudava a receber. Foi ótimo ter ido agora nesse momento de construção de felicidade. Não tinha fotógrafo o que para mim quis dizer que André Ramos quer deixar um pouco de ser uma personalidade mediática e construir um personagem mais real.

Foto Sylvia de Castro

André Ramos

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